Quando ouvimos aquele não

Já sabíamos que estes tratamentos dificilmente resultam à primeira.
O momento mais difícil é quando ouvimos o “não“. Quando somos informados de que o corpo não estava responder. Quando nos dizem “não houve fecundação”
Depois lá nos lembramos da realidade e seguimos, depositando esperança no próximo tratamento!
Por enquanto ainda me sinto assim. Choro quando recebo a notícia [chorei quando parou no 5 dia e voltei a chorar quando não houve fecundação] depois passou e pensei “Se não era para resultar, antes parar agora do que depois do feto dentro do útero”.
Nunca cheguei a fazer transferência de embrião mas imagino que nesse momento a esperança aumente consideravelmente muitíssimo.
Mas no fundo tenho medo. Medo de que só resulte daqui a muitos anos ou pior ainda.. Que nunca resulte.

Ainda por cima para qualquer lado que olhe há grávidas ou recém-nascidos.
Na rua, nas revistas, nas novelas…
A maioria das pessoas que conhecemos da idade dele já tem filhos. Da minha idade também são algumas!
E nós sem saber como será a nossa situação.
Tudo o que sabemos é o nosso desejo. E nada mais depende de nós 😦

Sabemos apenas que estamos juntos os dois, a desejar e a tentar muito ser três!

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