Amor também é orgulho

Tivemos uma fase em que discutíamos gritávamos quase todos os dias. Sobre coisas extremamente ridículas tipo ‘porque é que deixaste a t-shirt no bidé com o cesto da roupa logo ali ao lado??’
Acreditem que uma pergunta desta simplicidade feita com o tom de voz errado pode dar uma modesta discussão um belo conjunto de gritos.
Isto acontecia sempre à noite, já na cama [que era quando eu me lembrava de puxar o assunto da t-shirt suja ou do copo que ficou na sala, ou outra coisinha mesquinha qualquer]. E tudo se resolvia no momento ou, no máximo, na manhã seguinte.
O que é certo é que nunca se resolvia nada sem pequenos amuos de silêncio. Daqueles em que, depois das pazes feitas, confessávamos mutuamente estar amuados por orgulho e mortinhos pelo momento das pazes.
Tipo isto:

Como ultrapassámos esta fase? Simples – Eu ganhei maturidade juízo e deixei de me preocupar com mesquinhices. E passei a saber dizer as coisas sem ser bruta e sem esperar pelo momento de ir dormir.
Claro que no meio disto tudo a parte daqueles abracinhos fofinhos das pazes era a melhor. Essa e o facto daqueles gritos nunca serem considerados como discussões a sério 😛

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