Quem sou. Contactos. Como tudo começou.

Sou a Maria. Nasci em 1989. Criei o blog em 2014, com o objetivo de relatar tratamentos de fertilidade na luta por um filho. Mas acontece que todos os dias me levanto da cama, todos os dias vivo. Nem só de infertilidade se rege a minha vida!
Posto isto, este é um blog pessoal onde se fala de vários assuntos, nomeadamente da minha vida, bem como exposição de opiniões e pontos de vista, possíveis de debate com os leitores, claro.
Aqui no blog, sempre que me refiro ao meu marido, identifico-o como “Smurf”. Da mesma forma que me identificava a mim própria por Smurfina.
No que se refere à minha pessoa, senti necessidade de deixar de o fazer porque cada vez que comento algo fora do blog, nomeadamente Instagram ou Facebok, dá aspeto de uma pessoa Hater, que se esconde num boneco para dizer mal. E não, não sou dessas.. Detesto haters! Por isso, sou a Maria, que é de facto um dos meus nomes!

O meu e-mail é: mariacsblog14@gmail.com
E este é o meu avatar: simples e parecido comigo! Tem a cor do meu cabelo e dos meus olhos, a boca torta que o Smurf diz que tenho quando falo e o olhar meio doido, que reflete a minha doidice saudável.

myavatar

Espero que gostem e sejam seguidores assíduos deste Cantinho!
See ya 💎Maria


Como tudo começou?
ou
O objetivo inicial do blog?

Diagnosticaram-me Síndrome de Kallmann aos 17 anos. Fui imediatamente avisada de que ter filhos biológicos não seria tarefa dita normal. Tal podia até não chegar a acontecer.
No momento não me importei. Alegava que não me fazia confusão adotar uma criança.
Uns anos depois, apaixonei-me pelo Smurf! Contei-lhe o meu problema no início do namoro e por ele sempre esteve (e continua a estar) tudo bem. Mas, o meu desejo de ser mãe despertou.
Adotar não está totalmente posto de parte. O que gostávamos mesmo era de ter um filho biológico e, mais tarde, quem sabe, adotar um 2º.
Mas vamos por partes: Para ter um filho biológico, graças a Deus, a medicina continua a evoluir. Quando pocurámos informação acerca do nosso caso, os médicos mostraram-se sempre muito otimistas. Começaram por nos falar das três possibilidades de tratamentos:
1. Estimulação ovárica e relações sexuais programadas;
2. Inseminação Artificial;
3. FIV – Fertilização In Vitro.
Ficámos entusiasmados e com esperança que a opção 1 desse resultado. No entanto, depois de alguns exames, veio uma “não tão boa” notícia. Com os valores dos meus exames, teria mesmo de ser FIV. Já fizemos algumas tentativas mas, para saberem mais sobre o assunto procurem no Blog, etiqueta “Infertilidade” que vos contará de que forma se processa todo o tratamento e como me fui sentido ao longo do tempo.

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